quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Como educar uma criança surdocega?






 Estima-se que até 90% das informações recebidas pelo ser humano sejam captadas pelos sentidos da visão ou audição. Os olhos e ouvidos funcionam como portas e janelas por onde é possível entender o mundo e assim interagir socialmente.

Foi na região metropolitana de Fortaleza, capital do Ceará, que uma história de sucesso pedagógico, inclusão e superação emergiu. Heldyeine, menina de origem pobre e nascida em Maracanaú, foi apresentada à professora Marly Cavalcanti Soares. O desafio logo se impôs: como seria o processo pedagógico de uma criança que nunca teve a oportunidade de enxergar ou ouvir absolutamente nada?

No caso de Heldy, como é conhecida, restou explorar e descobrir outros caminhos para a comunicação. E, através do toque, o outrora mundo de silêncio e sombras foi se revelando.

A experiência pedagógica de educar uma criança surdocega congênita transformou-se no livro Heldy, meu nome – Rompendo as barreiras da surdocegueira, do selo United Press, escrito pela professora Ana Maria de Barros Silva, pedagoga com quase quarenta anos dedicados à educação de crianças e adultos com surdocegueira.

O livro é dividido em duas partes. A primeira, com 17 capítulos, apresenta o tratamento de Heldy, a participação da família, a inclusão sociocultural e cognitiva e o caminho de sua autonomia, por meio da comunicação. Na segunda parte, autores especializados na educação de pessoas com deficiência assinam nove ensaios técnicos, sobre transtornos de vinculação, deficiências múltiplas, guia-intérprete, mobilidade, braile, entre outros.

Heldy, meu nome colabora não apenas com os familiares e profissionais que atendem surdocegos, mas também com toda a sociedade, proporcionando a radiografia de uma experiência nacional de inclusão, onde dificuldades tecnológicas e poucos recursos foram vencidos com muita vontade e criatividade.

Muito se fala sobre a inclusão nas escolas e são diversas as dificuldades que crianças especiais enfrentam. A história de Heldy motiva as pessoas que convivem com esta realidade mostrando que é possível integrar essas crianças à vida diária. Heldy, meu nome – Rompendo barreiras da surdocegueira ajuda o leitor, seja ele pesquisador do tema, familiar ou amigo de um surdocego ou com outro tipo de limitação, a compreender melhor as dificuldades da pessoa com deficiência. O livro destaca os depoimentos da mãe e da professora em todo o processo, oferecendo ideias de como trabalhar com crianças com deficiência. A leitura ganha maior relevância por se tratar de uma exitosa experiência nacional.

O livro é recomendado para pais de crianças especiais e/ou especificamente portadores de surdocegueira; aos profissionais na área de educação, professores que atuam com inclusão de pessoas com deficiência, médicos e pesquisadores do tema.


Para adquirir, basta acessar o site da Editora Hagnos
Ana Maria de Barros Silva
Heldy meu nome Rompendo barreiras da surdocegueira   Publicação NOTÌCIAS CRISTÃS

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Pastor Silas Malafaia discursa na Câmara em homenagem ao Dia Nacional de Valorização da Família.

Publicado por Tiago Chagas em 20 de novembro de 2012





O pastor Silas Malafaia foi convidado pelo deputado André Moura (PSC-SE) a discursar em uma sessão solene realizada nesta terça-feira, 20/11, em homenagem ao Dia Nacional de Valorização da Família, que é comemorado no dia 21/10.

A sessão contou com a presença de parlamentares da bancada evangélica e do presidente do PSC, Everaldo Pereira, de acordo com informações do site do pastor.

Em seu discurso, o pastor Silas Malafaia ressaltou a importância da família e do convício social para a formação do ser humano, e citou princípios que aprendeu na faculdade quando cursou psicologia: “O ser humano é como uma esponja. A criança percebe a autoridade e clama pela autoridade”, afirmou.

Sobre a polêmica lei da palmada, o pastor Malafaia falou categoricamente contra a proposta: “Eu vi aí uma deputada que virou ministra… A lei da palmada. Eu queria saber quem morreu por ganhar uma palmada. Esses caras querem destruir a família. É lá na família que o ser humano aprende limite. É lá na família que o ser humano aprende respeito. É lá na família que o ser humano recebe a punição, para ele não receber a punição aqui fora”, contextualizou.

Segundo Malafaia, “a sociedade está desarranjada porque estão destruindo a família nuclear”. O pastor mencionou ainda estudos que apontam para a falência da sociedade quando a família é desestruturada: “Um sociólogo francês – não é evangélico – chamado George Gilder, pesquisou mais de duas mil culturas no mundo. Chegou á conclusão de que apenas 55 eram unissexuais. Não havia papel definido de macho e fêmea. Essas culturas, rapidamente, se destruíram. Qual a conclusão? Nenhuma sociedade é mais forte do que os laços de suas famílias”.

Ouça no player abaixo a íntegra do discurso de Silas Malafaia em homenagem ao Dia Nacional de Valorização da Família:

Por Tiago Chagas, para o Gospel+









segunda-feira, 19 de novembro de 2012

"20 de NOVEMBRO."

 OBRIGADO MEU DEUS POR TUDO QUE TENS FEITO EM NOSSAS VIDAS !

NA ALEGRIA OU NA DOR  SEMPRE LOUVAREMOS AO SENHOR.

Leon e Beta

 


A CALADA DA MADRUGADA
PARABENIZA LEON ( Coordenador do Ministério Calada da Madrugada) e
 BETA  (Coordenadora da Celula da Calada da Madrugada).
Deus continue abençoando ricamente vocês, e que possamos, juntos, louvarmos ao Senhor por muitos e muitos anos.
FELIZ   ANIVERSÁRIO !